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Entre cá e lá… e por aí

(uma espécie de diário não diário)

Entre cá e lá… e por aí

(uma espécie de diário não diário)

História de um menino que se apaixonou pelas estrelas

(O Céu é o Máximo)

naterradosplatanos, 06.01.26

 

 

Teria 12 anos quando este episódio se passou, mas muito antes já alguém lhe tinha oferecido um telescópio e mesmo antes disso livros que falavam de estrelas, que as localizavam no firmamento e as cronometravam hora a hora. E ele sabia tudo isso!

Um dia a mãe viu no jornal a notícia de um workshop que teria lugar na Faculdade de Ciências e que versava precisamente esses assuntos! A muito custo lá aceitaram a inscrição de um garoto de 12 anos que todos os dias durante uma semana, chegando antes e saindo mt depois, bebia os ensinamentos do Prof. Máximo Ferreira.

Esse workshop sobre Astronomia, assunto que alguém decidiu incluir no programa de Física, destinava-se aos professores que ensinavam o 8.ºano

As sessões começavam às oito da noite e acabavam às dez mas eram as dez e meia e a mãe ainda esperava por ele!  
Entretanto as professoras iam saindo e perguntando-se como iriam interessar os alunos por algo tão teórico!

 

Um dia, uma, sem saber que esse garoto era meu filho e pensando que provavelmente eu era uma colega, vinda de algures, me disse: “aquele garoto sabe tanto daquilo”!

 

Esse garoto era o meu filho a quem  ofereci, este Natal, o livro “O Céu é o Máximo”, escrito precisamente por esse professor que o encantou!

 

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